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domingo, 27 de outubro de 2013

Métodos de Cocção por Calor Úmido.

Técnicas de cocção por calor úmido: utilização de água ou vapor como meio de cozimento.

1-   Poaching - Pocher – Cozimento a Pochê.
Para alimentos delicados com tempo curto de cocção.
Os alimentos são imersos em um líquido (água, caldo, misturas de líquidos), que deve ter a temperatura entre 70°C e 85°C, abaixo do ponto de ebulição do líquido.
O fato de não borbulhar propicia um cozimento mais suave, e por isso, protegendo os alimentos mais frágeis. Na culinária clássica, o meio de mais utilizado no cozimento pochê é o court-bouillon, uma mistura de água, vinho e bouquet-garni (salsa, tomilho e louro). Mas também são muitos utilizadas infusões, água acidulada e caldos. Os alimentos mais recomendados para esse tipo de cozimento são: peixes delicados, frutas, ovos, filés de aves e massas recheadas.
Esquema para cozimento pochê:
- Coloque o liquido básico em um utensílio apropriado;
-Adicione produtos aromáticos, ervas, legumes, vinho...;
-Leve ao fogo até surgir às primeiras borbulhas no fundo;
-Controle com um termômetro a faixa de temperatura entre 75°C e 85°C;
-Adicione o ingrediente principal, deixando em imersão, de preferência sobre uma grade;
-Cozinhe no próprio fogão ou no forno;
-Retire o produto e mantenha-o aquecido e úmido, se for o caso deixe esfriar todo junto, caso seja para servir frio ou reaquecido;
-Prepare o molho utilizando o líquido base;
-Porcione o produto no prato e junte a guarnição e o molho.
OBS: O ovo cozido ao ponto de corte estará pronto em dez minutos. Se não houver o resfriamento (choque térmico) continuará cozinhando sozinho em sua própria temperatura.

2      Simmering - Étuver - Cozimento Mijotê.
Mijotê é o termo derivado do Francês para descrever a técnica culinária similar ao cozimento pochê. A diferença: o meio líquido usado terá uma temperatura maior que o pochê, variando de 85°C a 95°C, sendo por isso, um método mais rápido que o pochê. Deve ter sempre que possível um caldo aromático como meio de cozimento para transmitir novos sabores ao alimento a ser cozido.
Os alimentos mais firmes ou menos delicados se beneficiam desse tipo de cozimento lento e sem muita agitação.
Essa técnica é comum para o cozimento de carnes mais duras e legumes mais resistentes.
O banho-maria é um tipo de mijotê, porém, os produtos delicados requerem formas que evitem o contato com o meio de cozimento.
Esquema para o cozimento mijotê:
-Comece sempre com água fria;
-Leve à panela os ingredientes principais, vinho, ervas...;
-Cubra com o líquido de cozimento;
-Acione o fogo baixo até surgir às primeiras borbulhas na superfície;
-Controle a temperatura do líquido entre 85°C e 95°C com a ajuda de um termômetro;
-Adicione os ingredientes secundários (legumes) em sequencia conforme o tempo de cozimento de cada um;
-Cozinhe no próprio fogão ou forno controlando a temperatura;
-Retire as impurezas que começarem a sobrenadar;
-Teste o cozimento de cada item, separando os mais cozidos;
-Retire parte do caldo para o preparo de guarnições;
-Termine o cozimento, retifique o tempero e sirva.
OBS: O tempo de cocção do caldo de peixe varia entre 18 e 20 minutos.
A água fervendo mantém o sabor dos alimentos quando estes são imersos nesta condição.
Batatas e tubérculos devem começar a cocção em água fria.

 3-  Boilling – Bouillir – Cozimento com fervura.
Neste tipo de cozimento o meio está em plena ebulição, fazendo com que a troca de calor seja mais eficiente que os métodos apresentados anteriormente. Naturalmente a água ferve a uma temperatura de 100°C ao nível do mar, mas quando são inseridos outros elementos e nela dissolvidos, o seu ponto de ebulição aumenta e ela ferverá cima dos 100°C. Não faz diferença a ebulição ser frágil ou vigorosa, a temperatura será do meio será a mesma. Mas isso não acontecerá na troca de calor entre o meio e o alimento pelo fato de que a ebulição forte ser mais turbulenta, onde as correntes de vapor se chocam mais com o alimento tornando o tempo de cozimento menor.
Alimentos frágeis não devem ser cozidos nesta maneira, pois poderão partir-se facilmente, como os peixes por exemplo. Caso não se tenha o controle da temperatura devemos deixar cozinhar por menos tempo para que não se partam ou se desmanchem. Já as massas secas se beneficiam da ebulição rápida porque fica mais difícil elas permanecerem grudadas umas nas outras.
Esse tipo de cocção é mais apropriado para cereais, legumes e massas.
Ideal também para branqueamentos, e por provocar uma maior vaporização da água é utilizado também para reduções de líquidos de cozimentos e preparos de molhos.
Utilizado em panelas convencionais e de pressão.

 4- Steaming – Cuire à la vapeur – Cozimento à vapor.
No cozimento a vapor o alimento recebe calor por convecção, trocado com o vapor d’água gerado pela ebulição do líquido colocado no fundo do recipiente ou pela injeção de vapor em fornos combinados. A troca de calor do alimento é menor que no cozimento por imersão em líquido, por isso o cozimento a vapor é mais lento. Já no caso do cozimento em forno combinado, é mais rápido porque a troca de calor é bem mais eficiente pelo aumento da pressão e da circulação forçada de vapor.
Por não haver contato com a água diretamente, o alimento não sofre perda de sabores e nutrientes dissolvidos pelo meio de cocção através da osmose e mantém suas qualidades nutritivas em melhores condições.
A água é o líquido mais comum no uso do cozimento a vapor. Ela serve apenas como veículo de calor, mas pode-se adicionar a água elementos que sirvam de aromatizantes servindo também como veículo de aromas enriquecendo delicadamente o aroma e o sabor do alimento preparado.
Com esse tipo de cozimento a temperatura fica praticamente constante e o alimento não precisa se deslocar de sua posição, ele serve ainda para cozinhar alimentos muito frágeis ou alimentos que precisem ficar enformados depois de prontos. Tipo trança ou cuscuz.
No método de cozimento por calor combinado utilizam-se tanto as trocas de calor seco quanto a troca de calor úmido. As técnicas de cocção que fazem parte desse processo tiram proveito do que cada método tem de bom para o preparo do alimento. Ele primeiro é submetido a uma troca de calor seco para que forme uma crosta dourada e saborosa, depois é submetido a uma troca de calor úmido quando a ele se junta líquido e então é realizado o cozimento a temperaturas mais baixas por um tempo maior.
As duas técnicas que utilizam esse método são guisar e estufar.
Pode ser feito também em fogão ou forno.

5-Braisin – Braiser – Estufar.
Nesta forma de cocção o alimento é coccionado em peças inteiras, carnes ou aves, primeiro selado e dourado em pouca gordura em todos os lados do alimento em frigideiras, panelas ou chapa muito quente até a formação de uma crosta em sua superfície. A formação da crosta é fundamental porque além de melhorar o sabor, protege os sucos da carne em seu interior, além de adicionar aroma e cor ao prato.
A formação dessa crosta acontece devido a uma série de reações químicas que ocorrem na superfície do alimento quando aminoácidos e açucares naturais carregados pelos sucos que surgem na sua superfície devido ao calor a que a peça esta sendo submetida, sofrem evaporação e reagem entre si. Estas reações químicas são conhecidas como reações de Maillard, e acontecem também em alimentos tostados, fritos e assados.
Depois que a crosta é formada, a peça deve então ser colocada em uma panela ou forma com tampa, e então é a hora de adicionar elementos líquidos, legumes e ervas. O volume adicionado deverá ser de aproximadamente um terço da altura da peça.
Tampa-se bem a panela ou forma. O cozimento final poderá ser realizado na própria chama, mas bem baixa ou no forno.
O cozimento lento e uniforme favorece a coagulação das proteínas e o amaciamento das fibras musculares, sem perda de umidade, deixando a peça macia e suculenta e o caldo ou molho, aromático, saboroso e encorpado.
Podemos observar duas formas de calor nessa técnica de cocção. Primeiro o alimento recebe calor por condução da superfície de metal quente. Depois recebe calor por convecção tanto do líquido do cozimento na parte submersa, quanto vapor na parte superior da peça. No interior da peça a transferência de calor é feita por condução.
Ver artigos anteriores.

 6-  Stewing – Poêler – Guisar.
Técnica de cocção similar ao estufar. Mas ao invés de peças inteiras, o alimento é picado ou cortado em pedaços menores.

Os pedaços são selados e dourados por condução e depois se coloca o líquido e os demais ingredientes. Normalmente até cobrir os ingredientes. Daí a troca de calor passa a ser por convecção dentro do líquido e não tem mais convecção por vapor. O cozimento é mais rápido com essa técnica do que o estufado porque a diferença da troca de calor do exterior até o interior é favorecida pelo tamanho dos pedaços menores.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Os Efeitos do calor nos alimentos.



Os alimentos sofrem grandes alterações físico-químicas quando recebe calor, alterando a textura, cor, aparência, aroma e sabor.

Efeitos do calor nas proteínas.
São desnaturadas normalmente entre 70°C e 85°C deixando de ser incolor e viscosa, passando a ser coagulada (cozida). Esse processo é irreversível. Suas estruturas passam do estado fluido para o estado sólido. Perdem água com a cocção tornando-se elásticas e firmes.

Efeitos do calor nos carboidratos.
O carboidrato que for amido sofre com o aquecimento e a cocção o processo de gelatinização que ocorre na faixa de temperatura de 65°C a 100°C. Amidos são insolúveis em água fria, mas quando esquenta e atinge a temperatura de solubilização do amido, estas absorvem as moléculas de h2o, inchando, aglutinando e tornando-se viscosos e transparentes. Nos carboidratos, os açucares sofrem um processo de caramelização quando submetidos a altas temperaturas. Sacarose em 170°C e os outros açucares em temperaturas mais baixas.

Efeitos do calor nos lipídios (gordura).
O calor altera sua estrutura física liquefazendo facilmente com o aumento da temperatura. Em temperatura ambiente geralmente são sólidas. É um processo reversível uma vez que quando perde calor volta a se solidificar. Quando liquefaz, as gorduras atingem temperaturas mais altas que a água.

Efeitos do calor na água.
A água está presente em todos os alimentos, e quando aumenta a temperatura da água suas moléculas evaporam deixando os alimentos mais desidratados. O ponto de ebulição é de 100°C ao nível do mar, quando vaporiza desidrata.

Observações:
Em ovos e alguns vegetais, a água representa quase toda a totalidade da massa do alimento.
A carne crua tem 75% de água em sua composição.
O feijão tem 12% de umidade.
O processo de parboilização corresponde a hidratar o arroz com casca e depois secar. Isso impede que o arroz empape no cozimento.

Cocção de feijão em panela de pressão:
Dentro de uma panela de pressão, 1 minuto corresponde a 10 minutos de cozimento em uma panela convencional. O feijão deve ser colocado em água fria, água quente somente se for o caso de não querer caldo. Quando colocamos o cereal em água quente, á água sela o cereal por fora impedindo que os nutrientes e o amido saiam para o ambiente aquoso. Por isso colocamos água quente na panela de arroz para ele ficar mais soltinho.  No caso do feijão é necessário usar a água fria para que os grãos façam o caldo quando cozidos.

É possível deixar a panela tampada fora da chama, após os primeiros dez minutos do inicio do acionamento da válvula de pressão. A pressão e o calor se manterão dentro da panela e irá esfriar aos poucos continuando o cozimento mesmo sem a chama. Isso permite a economia do consumo de gás. 

sexta-feira, 1 de março de 2013

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Terminologia da Culinária Japonesa.



Você adora comida japonesa, mas ainda sofre com a nomenclatura do cardápio toda vez que vai a um restaurante?
Vou te dar uma colher de chá. Imprima essa pequena lista e leve no bolso na próxima vez que for ao restaurante. 

INSUMOS E UTENSÍLIOS:


Beriner - fatiador com laminas.
Bocho - faca japonesa de filetar.
Chimoji – espátula para arroz.
Gari – Gengibre em conserva.
Gohan – Arroz japonês.
Hashis – Palitos usados como talher.
Hone Buke - pinça utilizada na extração de espinhas de filé de peixe.
Kabotya - tipo de abóbora japonesa.
Kakuzara - prato de servir sushi.
Lenge - colher para sopas e caldos.
Manaita - tabua de preparo.
Negui - picadinho de peixe com cebolinha servido na laranja.
Netabako - vitrine onde se conserva os filés de peixe.
Nozoki - tigelas para servir shoyu.
O-toro – barriga de atum.
Owan - pote próprio para o consumo de missô shiru.
Robata – tipo de “churrasqueira” japonesa.
Sakê – bebida alcoólica derivada da fermentação do arroz.
Shari – Tempero de arroz.
Sudare - utensílio utilizado para enrolar makimonos.
Teryaki - molho agridoce feito à base de frutas, frango, açúcar e shoyu.
Wasabi - Raiz forte.

Otoshi – Entrada.

Gyosa – Ravióli oriental recheado de lombo suíno e nirá, servidos fritos ou assados.
Harumaki- Enrolado de massa de farinha de trigo com recheios variados e fritos em óleo. Rolinho primavera.
Nirá – tipo de cebolinha japonesa.
Sunomono - Salada de pepino.
Tatak – picadinho de peixe.

Tipos Comuns de Sushi
. Makizushi (sushi enrolado) Um pedaço cilíndrico, formado com a ajuda de uma esteira enrolável de bambu, chamada makisu ou sudare. O makizushi é geralmente embrulhado em nori, uma folha de alga marinha desidratada que abriga o arroz e o recheio.
. Futomaki (rolinhos grandes) Cilíndrico e grande, é um dos mais populares sushis. Possui como recheio variada combinação de peixes, folhas e raízes. Tendo tradicionalmente recheios ímpares, é um dos mais apreciados em festivais e datas comemorativas.
. Hossomaki (rolinhos finos) Um pedaço cilíndrico fino, com o nori na parte externa. O hossomaki típico tem por volta de dois centímetros de espessura e dois centímetros de largura. Eles são geralmente feitos com apenas um recheio, simplesmente porque não há espaço suficiente para mais de um.
. Temaki (rolinhos de mão) Um pedaço grande em formato de cone, com o nori na parte externa e os ingredientes até à boca da extremidade larga. Um temaki típico tem por volta de dez centímetros de comprimento, e é comido com os dedos, já que é muito estranho pegá-lo com palitinhos.
. Uramaki (enrolado ao contrario) Um pedaço cilíndrico médio, com dois ou mais recheios. Uramaki se diferencia dos outros maki porque o arroz está na parte externa e o nori na interna. O recheio fica no centro, rodeada por uma camada de nori, então uma camada de arroz e uma cobertura de outro ingrediente como ovas de peixe ou sementes de gergelim torradas. Tem como seu mais popular representante um sushi americano, o Califórnia Roll.
. Oshizushi (sushi prensado) Um pedaço em forma de bloco usando um molde de madeira, chamado oshibako. O chefe alinha o fundo do oshibako com a cobertura, cobre-o com arroz de sushi, e pressiona a tampa do molde para baixo para criar um bloco compacto e retilíneo. O bloco é removido do molde e cortado em pedaços que cabem na boca.
. Nigirizushi (sushi feito à mão) Pequenos pedaços ligeiramente similares ao sushi prensado ou sushi enrolado, mas feito sem a utilização de makisu ou oshibako. Montar um nigirizushi é surpreendentemente difícil para fazer de forma correta. A forma mais simples é um pequeno bloco de arroz de sushi com uma lasca de wasabi e uma camada fina de uma cobertura colocada sobre ele, possivelmente amarrada com uma tira fina de nori.
.Temaki e Uramaki

. EBI HOT (empanado de camarão com cream cheese e cebolinha)
. EBI MAKI (camarão com pepino)
. FILADÉLFIA ROLL (salmão com cream cheese e cebolinha)
. HOT FILADÉLFIA (empanado de salmão com cream cheese e cebolinha)
. KANI MAKI (kani)
. KAPPA MAKI (pepino)
. NEGUI MAKI (picadinho de salmão e kani com cebolinha)
. SALMÃO MAKI (salmão)
. TEKKA MAKI (atum)
. TEKKA SALAD ROLL (pasta de atum com tempero japonês)
. TROPICAL MAKI (abacaxi com kani envolto com tiras de salmão)
. URAMAKI CALIFÓRNIA (kani, pepino e manga)
. URAMAKI EBITEN (camarão empanado)
. URAMAKI MAGURÔ (atum e cebolinha)
.FUTOMAKI (Omelete, pepino, kampyo, soboro, gengibre em conserva).

Niguirizushi:

AJI (XERELETE)
AJI-NO-SHISO (XERELETE COM SHISO)
AMA-EBI (CAMARÃO ADOCICADO)
ANAGO (ENGUIA DO MAR)
ASARI (VÔNGOLE)
BADEJO
BORA (TAINHA)
BRÛLÈE SHAKE (SALMÃO GRELHADO NO MAÇARICO)
BURI (OLHO-DE-BOI)
ENGAWA (BARBATANA DE LINGUADO)
HIRAME-NAMETAKE (LINGUADO COM COGUMELO)
HIRAME-PONZU (LINGUADO COM MOLHO)
HOOKIGAI (MARISCO DO ALASCA)
IKA (LULA)
IKA-GESO (TENTÁCULOS DE LULA)
IKURA (OVAS DE SALMÃO)
IWASHI (SARDINHA)
KAMASU (PESCADA BICUDA)
KANI
 KATSUO (SERRA)
KURAGUE (ÁGUA-VIVA)
LIDAKO (MINI POLVO)
MAGURO-KIMUCHI (ATUM-PICANTE)
MAGURO-UNI (ATUM COM OURIÇO)
MARIMBA
MASAGO (OVAS DE CAPELIN)
MASAGO-WASABI (OVAS COM WASABI)
MEBARU (GAROUPA)
MEKAJIKI (AGULHÃO BRANCO)
MUURU-GAI (MEXILHÃO)
NAMAGATSUO (PAMPO AMARELO)
NAMORADO
RENKON (RAIZ DE LÓTUS)
SAKANA-TEMP (TEMPURA DE PEIXE BRANCO)
SALMÃO-CHIIZO (SALMÃO COM MUZZARELA)
SAWARA (CAVALA)
SHAKE (SALMÃO)
SHAKE-IKURA (SALMÃO COM OVAS)
SHAKE-KAWA (SALMÃO SKIN)
SHIITAKE (TIPO DE COGUMELO)
SHIMA-AJI (FAQUECO)
SHIMEJI (TIPO DE COGUMELO)
SHIME-KIBINAGO (MANJUBINHA MARINADA)
SHIME-SABA (CAVALINHA DA NORUEGA MARINADA)
SHIME-TABA (CAVALINHA MARINADA)
SUZUKI (ROBALO)
TAI (PARGO)
TAKO (POLVO)
TARAKO (OVAS DE BACALHAU)
TEKKA (PEPINO JAPONÊS)
TOBIKO (OVAS DE PEIXE VOADOR)
TORO-SABA (CAVALINHA DA NORUEGA GRELHADA)
TUNA (ATUM)
UNAGI (ENGUIA DE ÁGUA DOCE)
UNI (OURIÇO-DO-MAR).