Aos interessados em aulas e eventos, estou saindo de férias. Tive a péssima surpresa do HD do meu computador ficar inutilizável. Logo não poderei leva-lo comigo. E estarei sem o telefone também.
Volto a responder comentários e e-mails a partir do dia 7 de junho.
Um abraço.
André Montani.
sábado, 25 de maio de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Aula de Pastas e Molhos.
Segunda Seção:
Aula de Massas com Ovos e Molhos.
Existe
uma série de documentários na TV chamada “Noodle Road”. Trata-se do curso
histórico do macarrão ao longo da história da humanidade. Foi descoberto que os
babilônios faziam seu próprio macarrão. A tigela de macarrão encontrada na
escavação de um túmulo era tão velha que havia fossilizado. Em um raciocínio
rápido, cheguei à conclusão que na época em que a tecnologia dos alimentos era
rudimentar e o procedimento de preparo do trigo era bem primitivo, e, além
disso, a moagem era feita através do choque de pedras, o macarrão deveria ser
horroroso! Duro porque era 100% integral, escuro porque não havia métodos de conservação
e a água era de poço e ainda cheio de pequenas pedras resultantes da moagem.
Mas estava lá a imagem do macarrão de pedra. Interessante que mais de um milhar
de anos depois o italiano Marco Pólo, levou o macarrão para a Itália. Mas levou
da China. Comprovadamente o macarrão levou milhares de anos para dar meia volta
ao mundo.
A
adaptação do povo italiano ao macarrão foi tão intensa que logo seriam os
maiores divulgadores da massa, incluindo receitas próprias.
A
classificação das massas seguem os seguintes critérios: massas curtas, massas
longas e massas recheadas. Todas com espessuras e tamanhos variáveis.
As
massas curtas variam em formatos, mas variam pouco em tamanho. Elas têm o
tamanho aproximado umas das outras, mas seus formatos mais conhecidos são o
parafuso, a pena, a concha, a gravatinha e o tubinho. Massas com formatos
côncavos ou ocos são as ideais para serem servidas com molhos que contenham
pequenos pedaços como o molho bolonhês e o molho funghi. A ideia é que os
pequenos pedaços sejam incorporados pela massa cozida e as recheiem. As outras
massas são mais comumente com molhos lisos como bechamel e molho sugo.
As
massas longas mais conhecidas são o spaghetti, a lasagna, o talharim. Existe outra
infinidade de tipos também, de espessuras variadas e até furados.
E
ainda as massas recheadas, como canelones, rondeles, raviólis, capelete, etc.
As massas
são feitas a partir de sêmola de trigo e água.
As
massas combinam praticamente com qualquer tipo de alimento e pode ser usada
como entradas, saladas, prato principal e até sobremesa.
Fundamentalmente
o preparo da massa é o mesmo para todos os tipos, mas a massa do tipo caseira é
preparada com farinha de trigo comum e ovos, enquanto a massa industrializada é
feita com farinha de trigo do tipo duro para poder aguentar a pressão das
máquinas sem queimar. As máquinas industriais que fazem a massa são
impressionantes. Discos de metal com furos de todo o tipo onde a massa é
pressionada a passar por esses furos e finalmente cortadas para ganharem
formas.
A
massa pode ser servida temperada simplesmente, com azeite ou óleo, manteiga ou
margarina ou com um molho da preferência.
Calcula-se
aproximadamente 100gr a 150gr de massa por pessoa quando a massa é servida como
prato principal servida com molho. A variação de peso da massa quando cozida
pode dobrar ou triplicar, dependendo do tipo, em relação ao peso da massa crua.
O
cozimento da massa deve ser AL dente, ou seja, semicrua no meio. As massas
cruas se conservam indefinidamente, desde que não absorvam unidade. São
preferíveis as massas 100% de sêmola de trigo duro para o cozimento AL dente.
A
Pasta In Brodo é cozida por alguns minutos em caldo para compor sopas de massa.
Pasta
Al Forno é o tipo de massa como a lasagna, onde cozinham no forno de forma
suave.
Pasta
Asciuta é servida apenas com manteiga e salpicada com parmesão, ou acompanhadas
de um molho de carne, legumes, peixes ou frutos do mar.
Massa
caseira:
Ingredientes:
1 kg
farinha de trigo;
8
ovos;
100 ml
de azeite;
Sal a
gosto.
Modo
de preparo.
Coloque
a farinha em cima de uma mesa ou dentro de um recipiente e incorpore os demais
ingredientes aos poucos. Sove a massa até ela chegar a uma consistência
homogênea e lisa.
Deixe
descansar por trinta minutos. Enrole em um filme plástico.
Após
modelar, leve uma panela funda de água ao fogo. Aproximadamente 1 litro para
cada 100gr de massa. Adicione sal e um pouco de óleo para que a massa não
grude.
Deixe
levantar fervura antes de colocar a massa e mantenha o fogo forte para que não
deixe de ferver quando colocar a massa. Deixe cozinhar mexendo de vez em quando
até que esteja cozida, porém consistente.
O
melhor guia de para o tempo do cozimento é a experiência. A observação da
textura e cor é importante porque não existe um tempo de cozimento comum para
os tipos diferentes de massa. Vale observar também a embalagem e o tempo
sugerido. Para talharim fresco aproximadamente 7 a 10 minutos, lasagnas frescas
de 8 a 10 minutos.
Logo
que a massa estiver cozida, escorra-a em uma peneira ou escorredor de macarrão.
A massa deve ser servida imediatamente. A massa cozida estará obviamente quente
ainda. E continuará cozinhando em sua própria umidade e temperatura. Caso não
use a massa rapidamente, resfrie-a com água para interromper o cozimento.
Se
sobrar massa cozida, misture-a com um pouco mais de óleo e guarde na geladeira
em recipiente fechado. Na hora de usar, aqueça-a em uma panela com água
fervente com manteiga ou margarina.
Molhos:
Bechamel.
Ingredientes:
1
litro de leite;
2
colheres de sopa de farinha de trigo;
1
colher de sopa de manteiga;
Sal e
noz moscada.
Preparo:
Aqueça
o leite até levantar fervura.
Aqueça
a manteiga em uma panela até derreter. Acrescente a farinha de trigo e misture
até ficar lisa. Junte o leite na panela da manteiga e farinha e mexa para que
não fique bolinha de farinha. Deixe cozinhando até que engrosse.
OBS: O
nome dado à mistura de manteiga derretida com farinha de trigo é ROUX. E ele
pode ser claro para engrossar o molho branco ou pode ser mais escuro para
engrossar molhos a base de caldo de carne. Para escurecer basta deixar mais
tempo na panela quente antes de colocar o caldo de carne quente.
Tipos
de molho a base de bechamel:
-Molho
Alfredo: Molho bechamel, presunto e cebola cortados em julienne.
-Molho
Parisiense: Fundo de manteiga com cebola cortada em julienne, presunto em
julienne, frango desfiado, ervilha e creme de leite.
-Molho
Gorgonzola: Bechamel e queijo gorgonzola.
-Molho
4 queijos: Fundo de alho, bechamel, parmesão, gorgonzola, provolone e
mussarela.
-Molho
Au Creme: ½ porção de molho branco, ½ porção de creme de leite fresco e vinho
branco seco.
-Molho
Au Gratin: ½ porção de molho branco, ½ porção de creme de leite fresco e
parmesão.
-Molho
de Cogumelos: fundo de cebola em Julianne, shitake em julienne, shimeji
desfiado, vinho branco, bechamel, sal e pimenta do reino.
Sugo.
Ingredientes:
1 kilo
de tomate;
2dentes
de alho;
1cebola;
Manjericão
a gosto;
Sal e
pimenta do reino.
Preparo:
Em uma
panela, coloque os tomates cortados. Refogue-os até amolecerem e acrescente os
demais ingredientes. Cozinhe em fogo baixo por uns trinta minutos com a tampa
semifechada. Se precisar, coloque pouca água. Coe e despeja pela massa.
Tipos
de molho a base de molho de tomate.
-Molho
Bolonhesa: Fundo de alho e cebola, carne moída, molho de tomate, tomilho e
vinho tinto.
-Molho
Napolitano: Molho de tomate, orégano, manjericão e tomate concasèe.
-Molho
Arabiata: Fundo de alho e cebola, molho de tomate e molho de pimenta.
-Molho
Marinara: Molho de tomate, camarão e salsinha.
-Molho
Putanesca: Molho de tomate, azeitona, salsinha, alcaparra, atum e aliche.
-Molho
Choron: Molho de tomate, salsinha, manteiga e gemas de ovos.
-Molho
Agridoce: molho de tomate, suco de laranja, açúcar, tabasco e maisena;
-Molho
Presto.
Outros
molhos para massa.
Molho
Pesto: manjericão, cebola, alho, azeite, nozes e parmesão.
Molho
Carbonara: Queijo parmesão, bacon, manteiga e gemas de ovos.
Lista
de compras:
250gr
de carne moída;
2
cebolas;
1
cabeça de alho;
Manjericão;
50gr
de bacon;
2
ovos;
1
pacote de macarrão;
Salsa;
500 ml
de azeite;
300gr
de farinha de trigo;
200gr
de manteiga;
100gr
de parmesão;
50gr
de nozes;
1
litro de leite,
50 Gr
de presunto;
50gr
de gorgonzola;
100gr
de camarão.
Molhos:
sugo, bechamel, bolonhesa, Alfredo, marinara, napolitano, gorgonzola, pesto,
carbonara e presto.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Aulas de Ovos.
Primeira
Seção - Aula de Ovos.
Os
ovos se compõem em quatro partes principais:
-Casca;
-Membrana
da casca;
-Clara
(albumina);
-Gema.
A cor
da casca é uma característica genética e depende diretamente da raça da
galinha. A cor da casca não influencia no sabor ou no valor nutricional. O tamanho
varia de acordo com fatores hereditários e/ou a dieta consumida pelo animal.
Quanto
mais ovos a galinha põe, mais fina será sua casca. Galinhas que põe ovos
brancos são mais férteis, logo os ovos brancos serão mais finos que os marrons.
Isso influencia também nos preço.
A casca
é uma cobertura frágil e porosa. Através dos poros é possível que o ovo absorva
odores, umidade e ar indesejáveis, fatores contaminantes. Após a postura, os
ovos começam a formar dióxido de carbono que é liberado pelos poros. Isso aumenta
a alcalinidade e diminuição de proteínas do ovo. Nessa troca, o ovo absorve ar
que se acumula na parte de baixo, a parte mais redonda. Quanto maior for a
bolsa de ar do ovo, menos fresco ele estará. Uma solução encontrada por
aviários é a imersão em um tipo de óleo inodoro que veda os poros conservando
os poros e deixando os ovos mais frescos por mais tempo. É fato que nem todo
aviário se propõe a isso. Então antes de armazenar o ovo na geladeira é
necessário limpar a casca. A forma ideal de limpar o ovo é com um pano
levemente úmido. Se muito molhado ou com álcool, a casca irá absorver a umidade
e acelerar o processo de envelhecimento do ovo. É importante que seja guardado
limpo, pois quando é posto, pode ficar no mesmo chão onde se encontram as fezes
do animal e pode ser contaminado com bactérias e provocar febre tifoide ou
salmonela. A casca é ainda importante para a fortificação dos ossos das
crianças, uma vez que é formada por cálcio. Após o uso do ovo, a casca pode ser
lavada e levada ao forno para que não haja contaminação e processada em um
liquidificador ou processador e misturada em cereais com caldo, como o feijão, para serem servidos aos pequenos. A casca ainda pode ser usada para amolar
laminas de liquidificadores e processadores ligando-os e os deixando bater só a
casca.
As membranas
da casca são duas ou três camadas finas de fibras proteicas que servem como uma
proteção extra contra mofos e bactérias.
Albumina,
também conhecida como clara, constitui 2/3 do peso do ovo. As chalaças são duas
cordas de albumina com natureza de membrana e em forma espiral que mantém a
gema no lugar centralizando-a. A albumina começa a coagular a uma temperatura
de 55°C a 60°C e coagula definitivamente a uma temperatura de 65°C. Quando processada
in natura a uma alta velocidade, a albumina incorpora ar e emulsiona
tornando-se quase sólida com uma cor muito branca, ao ponto de ser modelada. Desta
forma é chamada de clara em neve e é usada como recheios ou coberturas
principalmente de doces ou como suspiros e merengues. Com o passar do tempo, se
não for coccionada, suas bolhas murcham e ela se torna líquida novamente. Para preservar
a forma em neve, pode ser refrigerada ou congelada. Ainda in natura, quando
desidratada em um forno a baixa temperatura, transforma-se em uma fina camada
sólida que pode ser facilmente transformada em pó e usada como gelatina ou no
complemento alimentar de atletas de alta performance.
A cor
da gema varia de acordo com a dieta da galinha. Quando rica em trigo, irá gerar
uma gema amarelo-pálida e quando rica em milho irá resultar em uma coloração
amarelo escura. As proteínas começam a espessar a uma temperatura de 65°C e
coagulam a 70°C.
Importante:
-Ao comprar
ovos, certifique-se que suas cascas não estão quebradas ou rachadas.
- Dê preferência
aos ovos que estão refrigerados. (não refrigerados se deterioram sete vezes
mais rápidos)
-
Quebre os ovos em um recipiente diferente antes de junta-los, assim caso haja
um ovo impróprio para o consumo ele não contaminará os outros já quebrados.
- Não
guarde ovos descascados por mais de 24 hs.
-É preferível
utilizar os ovos à temperatura ambiente para bater. (eles irão aumentar mais
rapidamente o volume).
- Lave
as mãos antes e depois manuseá-los.
Receitas
Ovos cozidos.
Colocar
uma panela com água para ferver.
Inserir
delicadamente os ovos na água quente com a ajuda de uma escumadeira.
Ao colocar
os ovos, a água irá parar de ferver momentaneamente, pois os ovos estarão a uma
temperatura abaixo de 100°C.
Contar
a partir do momento que a água voltar a ferver. Retire com a escumadeira e
coloque em água fria para que possa pegá-los com a mão.
-Ovo quente:
2 a 3 minutos. Para servir, bata suavemente com as costas de uma faca na casca
para que esta rache. Retire a tampinha.
-Ovo
Mollet: 5 a 6 minutos. Retirar a casca. Ao pressionar, o ovo deverá estar flexível.
A clara deverá estar coagulada e a gema cremosa.
-Ovo
duro: 9 a 10 minutos. A clara e a gema deverão estar coaguladas.
-Ovo
mijoté: colocar uma colher de vinagre branco na água e aquecê-la a uma
temperatura entre 70°C e 80°C. Quebrar o ovo e cozinhar na água. O ponto de
retirada será quando a clara estiver totalmente branca.
-Ovo
escalfado ou poché: colocar uma colher de vinagre branco na água e aquecê-la a
uma temperatura entre 80°C e 90°C. Pouco antes de ferver. Quebrar o ovo e
cozinhar na água. O ponto de retirada será quando a clara estiver totalmente
branca e envolvendo totalmente a gema. Pode-se usar a escumadeira para ajudar a
cobrir a gema. A clara deverá estar coagulada e a gema cremosa.
-Ovo
cocotte au creme: Untar uma forma de porcelana com manteiga e colocar o ovo
delicadamente dentro sem partir a gema. Derramar creme de leite sobre o ovo. Levar
ao forno baixo ou cozinhar em banho-maria por 5 ou 6 minutos. A clara ficará
semicoagulada e a gema liquida.
- Ovos
cozidos no prato: Untar um prato com manteiga e quebrar dois ovos. Colocar sobre
o prato e lavar ao forno baixo ou banho-maria. O ponto será quando a clara deve
ficar coagulada e as gemas liquidas.
-Ovo
estalado ou estrelado: Derreter uma colher de sopa de manteiga em um frigideira
e fritar dois ovos ao mesmo tempo sem quebrar as gemas. Retirar cuidadosamente.
-Omelete:
Quebrar 3 ovos em um recipiente e misturar claras e gemas. Picar o recheio
desejado e juntar aos ovos quebrados. Temperar a gosto. Aquecer uma colher de
sopa de manteiga em uma frigideira e despejar os ovos com recheio nela. Movimentando
a frigideira com o cabo, espelhar o recheio por todo o fundo da frigideira. As bordas
secarão mais rápido que o meio. Ao constatar isso, dobre a omelete ao meio com
a ajuda de uma espátula. Espere por aproximadamente um minuto e vire ao
contrário. Após outro minuto, retire da frigideira.
-Ovos
mexidos: Quebrar os ovos e levar a uma frigideira ou panela pré-aquecida com
manteiga. Mexer sem parar para que a coagulação não seja desigual. Juntar creme
de leite ou leite e manteiga para ficar com uma textura cremosa. Retirar do
fogo.
-Suflê:
ingredientes – 4 ovos; queijo e cebola; sal; creme de leite.
Separar
as gemas das claras. Bater as claras em neve e reservar. Ralar o queijo e picar
a cebola. Misturar os ingredientes com exceção da clara. Misturar o recheio com
a clara delicadamente. Cuidado para não mexer demasiadamente para que as claras
não liquefaçam e não cresçam no forno. Passar tudo para uma forma untada, com
manteiga e farinha, até a altura de ¾ da forma. Levar ao forno alto por 15
minutos. Retirar do forno e servir imediatamente.
-Mousse
de chocolate: ingredientes – 4 ovos; 200 ml de creme de leite; 400 gr de
chocolate meio amargo; uma colher de sopa de manteiga; 200 gr de açúcar.
Separar
as gemas das claras. Bater as claras em neve e reservar. Derreter o creme de
leite, o chocolate, o açúcar e a manteiga em banho-maria. Depois de derretido,
juntar as gemas quando ainda estiver quente. Deixar esfriar um pouco e misturar
delicadamente a clara em neve. Passar para um recipiente e levar à geladeira
por 3 hs.
Lista
de compras
Creme
de leite – 500ml
Chocolate
meio amargo – 400gr
Manteiga
– 200gr
Queijo
parmesão – 100gr
Cebola
– 1 unidade
Mozarela
– 50gr
Presunto
– 50 gr
Ovos
– 24 unidades
Açúcar
– 200gr
Sal.
Aula ministrada no SENAC de Niterói.
Omelete, omelete de clara, ovo frito, ovo poché e ovos cozidos. Essa aula aconteceu em dezembro de 2012 para a turma do Pronatec do SENAC.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Como Fechar um Saco de Batata.
Como fechar uma saco de batatas sem traumas.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Terminologia da Culinária Japonesa.
Você adora comida japonesa, mas ainda sofre com a nomenclatura do cardápio toda vez que vai a um restaurante?
Vou te dar uma colher de chá. Imprima essa pequena lista e leve no bolso na próxima vez que for ao restaurante.
INSUMOS E UTENSÍLIOS:
Beriner -
fatiador com laminas.
Bocho -
faca japonesa de filetar.
Chimoji – espátula para arroz.
Gari – Gengibre em conserva.
Gohan – Arroz japonês.
Hashis – Palitos usados como talher.
Hone Buke -
pinça utilizada na extração de espinhas de filé de peixe.
Kabotya - tipo de abóbora japonesa.
Kakuzara -
prato de servir sushi.
Lenge -
colher para sopas e caldos.
Manaita -
tabua de preparo.
Negui - picadinho de peixe com cebolinha servido na laranja.
Netabako - vitrine
onde se conserva os filés de peixe.
Nozoki -
tigelas para servir shoyu.
O-toro – barriga de atum.
Owan - pote
próprio para o consumo de missô shiru.
Robata – tipo de “churrasqueira” japonesa.
Sakê – bebida alcoólica derivada da fermentação do arroz.
Shari – Tempero de arroz.
Sudare - utensílio
utilizado para enrolar makimonos.
Teryaki - molho agridoce feito à base de frutas, frango, açúcar
e shoyu.
Wasabi - Raiz forte.
Otoshi – Entrada.
Gyosa – Ravióli oriental recheado de lombo suíno e nirá,
servidos fritos ou assados.
Harumaki- Enrolado de massa de farinha de trigo com recheios
variados e fritos em óleo. Rolinho primavera.
Nirá – tipo de cebolinha japonesa.
Sunomono - Salada de pepino.
Tatak – picadinho de peixe.
Tipos Comuns de Sushi
. Makizushi (sushi enrolado) Um pedaço cilíndrico, formado
com a ajuda de uma esteira enrolável de bambu, chamada makisu ou sudare. O
makizushi é geralmente embrulhado em nori, uma folha de alga marinha
desidratada que abriga o arroz e o recheio.
. Futomaki (rolinhos grandes) Cilíndrico e grande, é um dos
mais populares sushis. Possui como recheio variada combinação de peixes, folhas
e raízes. Tendo tradicionalmente recheios ímpares, é um dos mais apreciados em
festivais e datas comemorativas.
. Hossomaki (rolinhos finos) Um pedaço cilíndrico fino, com
o nori na parte externa. O hossomaki típico tem por volta de dois centímetros
de espessura e dois centímetros de largura. Eles são geralmente feitos com
apenas um recheio, simplesmente porque não há espaço suficiente para mais de
um.
. Temaki (rolinhos de mão) Um pedaço grande em formato de
cone, com o nori na parte externa e os ingredientes até à boca da extremidade
larga. Um temaki típico tem por volta de dez centímetros de comprimento, e é
comido com os dedos, já que é muito estranho pegá-lo com palitinhos.
. Uramaki (enrolado ao contrario) Um pedaço cilíndrico
médio, com dois ou mais recheios. Uramaki se diferencia dos outros maki porque
o arroz está na parte externa e o nori na interna. O recheio fica no centro,
rodeada por uma camada de nori, então uma camada de arroz e uma cobertura de
outro ingrediente como ovas de peixe ou sementes de gergelim torradas. Tem como
seu mais popular representante um sushi americano, o Califórnia Roll.
. Oshizushi (sushi prensado) Um pedaço em forma de bloco
usando um molde de madeira, chamado oshibako. O chefe alinha o fundo do
oshibako com a cobertura, cobre-o com arroz de sushi, e pressiona a tampa do
molde para baixo para criar um bloco compacto e retilíneo. O bloco é removido
do molde e cortado em pedaços que cabem na boca.
. Nigirizushi (sushi feito à mão) Pequenos pedaços
ligeiramente similares ao sushi prensado ou sushi enrolado, mas feito sem a
utilização de makisu ou oshibako. Montar um nigirizushi é surpreendentemente
difícil para fazer de forma correta. A forma mais simples é um pequeno bloco de
arroz de sushi com uma lasca de wasabi e uma camada fina de uma cobertura
colocada sobre ele, possivelmente amarrada com uma tira fina de nori.
.Temaki e Uramaki
. EBI HOT (empanado de camarão com cream cheese e cebolinha)
. EBI MAKI (camarão com pepino)
. FILADÉLFIA ROLL (salmão com cream cheese e cebolinha)
. HOT FILADÉLFIA (empanado de salmão com cream cheese e
cebolinha)
. KANI MAKI (kani)
. KAPPA MAKI (pepino)
. NEGUI MAKI (picadinho de salmão e kani com cebolinha)
. SALMÃO MAKI (salmão)
. TEKKA MAKI (atum)
. TEKKA SALAD ROLL (pasta de atum com tempero japonês)
. TROPICAL MAKI (abacaxi com kani envolto com tiras de
salmão)
. URAMAKI CALIFÓRNIA (kani, pepino e manga)
. URAMAKI EBITEN (camarão empanado)
. URAMAKI MAGURÔ (atum e cebolinha)
.FUTOMAKI (Omelete, pepino, kampyo, soboro, gengibre em
conserva).
Niguirizushi:
AJI (XERELETE)
AJI-NO-SHISO (XERELETE COM SHISO)
AMA-EBI (CAMARÃO ADOCICADO)
ANAGO (ENGUIA DO MAR)
ASARI (VÔNGOLE)
BADEJO
BORA (TAINHA)
BRÛLÈE SHAKE (SALMÃO GRELHADO NO MAÇARICO)
BURI (OLHO-DE-BOI)
ENGAWA (BARBATANA DE LINGUADO)
HIRAME-NAMETAKE (LINGUADO COM COGUMELO)
HIRAME-PONZU (LINGUADO COM MOLHO)
HOOKIGAI (MARISCO DO ALASCA)
IKA (LULA)
IKA-GESO (TENTÁCULOS DE LULA)
IKURA (OVAS DE SALMÃO)
IWASHI (SARDINHA)
KAMASU (PESCADA BICUDA)
KANI
KATSUO (SERRA)
KURAGUE (ÁGUA-VIVA)
LIDAKO (MINI POLVO)
MAGURO-KIMUCHI (ATUM-PICANTE)
MAGURO-UNI (ATUM COM OURIÇO)
MARIMBA
MASAGO (OVAS DE CAPELIN)
MASAGO-WASABI (OVAS COM WASABI)
MEBARU (GAROUPA)
MEKAJIKI (AGULHÃO BRANCO)
MUURU-GAI (MEXILHÃO)
NAMAGATSUO (PAMPO AMARELO)
NAMORADO
RENKON (RAIZ DE LÓTUS)
SAKANA-TEMP (TEMPURA DE PEIXE BRANCO)
SALMÃO-CHIIZO (SALMÃO COM MUZZARELA)
SAWARA (CAVALA)
SHAKE (SALMÃO)
SHAKE-IKURA (SALMÃO COM OVAS)
SHAKE-KAWA (SALMÃO SKIN)
SHIITAKE (TIPO DE COGUMELO)
SHIMA-AJI (FAQUECO)
SHIMEJI (TIPO DE COGUMELO)
SHIME-KIBINAGO (MANJUBINHA MARINADA)
SHIME-SABA (CAVALINHA DA NORUEGA MARINADA)
SHIME-TABA (CAVALINHA MARINADA)
SUZUKI (ROBALO)
TAI (PARGO)
TAKO (POLVO)
TARAKO (OVAS DE BACALHAU)
TEKKA (PEPINO JAPONÊS)
TOBIKO (OVAS DE PEIXE VOADOR)
TORO-SABA (CAVALINHA DA NORUEGA GRELHADA)
TUNA (ATUM)
UNAGI (ENGUIA DE ÁGUA DOCE)
UNI (OURIÇO-DO-MAR).
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Aula de Culinária Tailandesa.
Tradicionalmente,
como em todo sudeste asiático, a culinária da Tailândia é muito aromática, mas também
muito condimentada. No sul do país, perto da Malásia, a culinária é rica em
pratos à base de peixes e frutos do mar, e ao norte perto da fronteira do Laos
é mais rica em condimentos e pratos muito picantes, sendo a pimenta amplamente
utilizada. A preparação dos pratos é rica em diversidade de legumes, mas é o
arroz o elemento essencial da alimentação, assim como todos os seus vizinhos. O
arroz é um dos pratos que nunca faltam na mesa.
Preparar-se de diversas formas: fervido, frito ou na sopa. Na zona do norte o
arroz é mais gelatinoso e se conhece como o "arroz pegajoso".
A base da gastronomia são os
molhos preparados com vários ingredientes, como pimentas, massa de caranguejo,
alho e espécies. Alguns desempenham um papel específico, como por exemplo, o
molho de peixe (nam pla), que em muitos pratos substitui o sal.
Outros se utilizam para ressaltar sabores, como o
molho de ostras fermentadas ou para equilibrar os sabores, como a que incorpora
o leite de coco.
O café da manhã tipicamente thai, conhecido como
khowtom de clara influência chinesa, é muito consistente. Geralmente se compõe
de arroz com frango, porco, camarões e alho, acompanhado de um ovo frito e
pepinos em conserva. Com este desjejum o café não é necessário para despertar o
corpo.
Os
principais utensílios da cozinha tailandesa são:
O Wok:
Tradicional
panela de ferro fundido em forma de bacia, originária da china, ideal pra
refogados, frituras e determinados currys. Os primeiros woks tailandeses eram
feitos de terracota. Utensílios em latão apareceram depois. Atualmente o
material usado é o aço inox, ferro ou alumínio. Alguns com camadas de tefal ou
teflon.
Atua
bem como caldeirão, panela ou frigideira e possui tamanhos variados. Com o seu
formato mais fundo que frigideiras europeias, os alimentos mantém aromas e
umidades por um tempo maior.
O
Pilão:
Todas
as pastas tailandesas são preparadas em um pilão. E não são poucas. Uma
variedade de pastas de curry verde e vermelho, camarão, cebolas e ervas são
feitas nesses pilões.
Os
mais usados são em madeira ou pedra. A pasta macerada em um pilão deixa uma
textura muito melhor que os eletrodomésticos atuais.
O
Cesto-vapor:
Semelhante
a um cuscuzeiro, mas feito de palha trançada. Seu tamanho deve ser adaptável ao
tamanho de sua panela para que o encaixe seja proporcional. Serve para cozinhar
legumes ou arroz. Inclusive, depois de cozidos, eles ficam bem acondicionados e
se conservam bem nessas cestinhas. Para evitar que o alimento grude no fundo,
convém forrar com folhas de alface, por exemplo, ou pano limpo.
Os
principais ingredientes da cozinha são:
Ervas
aromáticas:
O
coentro é um dos principais porque é usado integralmente. As folhas em saladas,
os talos em caldos e as raízes em pastas de curry.
O
manjericão tailandês é diferente do europeu. Usado em diversos pratos quentes e
em sobremesas.
O
capim-limão é super aromático e saboroso. Através de infusões, fazem-se sopas e
molhos.
Erva-cidreira,
cortada em finas fatias e macerada, é usada no preparo, principalmente de
peixes.
Pimentas:
Variadas
e de características marcantes, são usadas em diversos preparos. Inclusive em
pastas de curry verde.
O
Arroz:
O principal
produto asiático também é o principal produto consumido na Tailândia.
Ao
norte ainda cultiva-se o arroz arbório, mas este é usado praticamente apenas em
sobremesas. O arroz preferido do país é o arroz de jasmim, de grão longo, de
uma incrível leveza.
As
Frutas:
O coco
serve tanto a pratos salgados como a sobremesas. Usa-se ralada ou picada, ou
ainda, se extrai o leite e o creme de leite, este especialmente gorduroso e
saboroso.
Mangas
e papaias são usadas principalmente em sobremesas e são abundantes em todo o
país.
Limão
kaffir é usado para aromatizar diversos pratos.
Galanga:
Raiz
semelhante ao gengibre usada para confecção de sopas e pastas.
Nam
prik:
Condimento
tradicional feito à base de pimenta, alho, legumes e caldo de peixe. Usado em
praticamente todas as receitas.
Nam
Pla:
Molho
de cor clara feito de extrato de peixe e camarão. Sozinho tem cheiro forte e
por vezes desagradável, mas com outros ingredientes combina muito bem sem se
sobrepor.
Camarões:
Há dez
anos a cultura do camarão vem se desenvolvendo consideravelmente no litoral do país. Assados, salteados, fritos, cozidos no vapor
ou secos, entram no preparo de molhos tradicionais como o nam prik e sopas.
Macarrão:
De
arroz ou trigo. Os de arroz são conhecidos por “cabelo-de-anjo” e impregnam-se
com o sabor dos alimentos dos quais é misturado. O de trigo é usado para sopas
ou pratos refogados.
Receitas:
Yam Mamuang – Salada de manga ou papaia verde.
Ingredientes:
1
manga Tommy ou Palmer ou um mamão papaia verde;
1
pepino japonês;
25gr
de castanha de caju picada;
50 gr
de camarão cinza de cativeiro;
¼ de
maço de hortelãs picado;
2
pimentas dedo de moça;
Suco
de ½ limão;
1
colher de sopa de açúcar;
½
colher de sopa de nam pla.
Procedimento:
Cozinhe
o camarão descascado na água com uma pitada de sal; Corte a manga/papaia e o
pepino em cubos pequenos; Pique a pimenta, e a hortelã;
Em uma
vasilha misture os ingredientes menos o camarão e a castanha. Pressione dentro
de um aro suavemente com uma colher. Retire o aro cuidadosamente e coloque os
camarões em cima. Salpique a castanha.
Bo
Bia – pastel de arroz
Papel
de arroz – 10 unidades.
Kani
kama – 30 unidades.
Manga
Tommy ou Palmer – 12 unidades
Pepino
japonês – 6 umidades.
Cenoura
– 6 unidades
Cebolinha
- 2 maços
Gengibre
– 1
Nam
pla – 1 garrafa
Açúcar
mascavo – 10 colheres de sopa.
Água –
1 litro
Hortelã
– 1 maço
Coentro
- maço
Óleo
para fritura.
Procedimento:
Cortar
todos os ingredientes e usar como recheio colocando dentro da massa e fechando
como um pastel. Fritar até dourar.
Dtom
Khaa Gai – sopa de frango com gengibre.
2
xícaras de caldo de carne.
1
xícara de leite de coco.
1
xícara de creme de coco.
1
pitada de sal.
2
talos de capim limão.
1
colher de chá de açúcar de palmeira.
2
unidades de cebola roxa
2
unidades de raiz de coentro.
2
unidades de pimenta malagueta
10
fatias finas de gengibre.
2
folhas de kaffir
100 Gr
de shitake em fatias
100 Gr
de peito de frango em lâminas
2
colheres de sopa de nam pla.
Suco
de ½ limão
1
xícara de folhas de coentro.
Procedimento:
Em uma
panela, ferva o caldo de calinha com leite de coco e o creme de coco, tempere
com o sal e o açúcar de palmeira.
Em um
pilão, macere a cebola, o capim limão e as raízes de coentro. Junte ao caldo
com o gengibre e kaffir e ferva por 3 minutos. Adicione o frango e o shitake e
ferva por mais 2 minutos.
Divida
o suco de limão, o coentro e o nam pla em seis ramecãs individuais, depois
despeje a sopa quente.
Tort Man Pla.
- Bolinho de peixe.
300 gr
de peixe branco
3
colheres de sopa de curry vermelho
1 ovo
batido
3
colheres de sopa de nam pla
1
colher de sopa de açúcar de confeiteiro
5
folhas de limão kaffir
½
xícara de vagem francesa
½
xícara de folha de manjericão.
Procedimento
Lave
os filés de peixe em água salgada, coloque em um processador com curry, ovo,
nam pla e o açúcar e bata até formar uma pasta homogênea, transfira para uma
bacia e misture manualmente a vagem cortada em anéis finos e a s folhas de
limão em tiras finas. Forme bolinhos achatados de 5cm por 2cm de espessura, frite
em óleo até dourar ou cozinhe no vapor, sirva imediatamente.
Pasta
de curry verde:
2unidades
de cebola pequena
4 unidades
de pimenta verde fresca
1 dente de
alho
2 talo(s)
de erva-cidreira
1 colher
(sopa) de casca de limão ralada
2 colheres
(chá) de suco de limão
2 colheres
(sopa) de coentro fresco, incluindo as raízes.
1
colher (chá) de cominho em grãos
1 colher (chá) de açafrão em grãos
1 colher
(sopa) de açúcar mascavo
1
colher (chá) de pasta de camarão
1 colher (sopa) de óleo de girassol.
Procedimento:
Macerar tudo em um pilão de pedra até
virar uma pasta.
Para o curry vermelho, substitua as
pimentas verdes por 6 pimentas dedo de moça vermelhas frescas.
Esse texto é baseado no livro Larousse da Cozinha do Mundo - Ásia e Oceania. 2005. Editora Larousse;
Apostila de Culinária Tailandesa, Curso de Tecnologia em Gastrônomia - UNIRIO. Professor Chef Marcos Sodré;
E em conhecimentos adquiridos através de experiências no ramo gastronômico.
Turma de Fevereiro de 2013 do curso de chef executivo do Senac/ Politécnico - Riachuelo.

Turma de setembro de 2013 do curso de chef executivo do Senac/ Politécnico - Riachuelo.

Turma de Fevereiro de 2013 do curso de chef executivo do Senac/ Politécnico - Riachuelo.
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| Hot and Sour Prawn Soup (sopa quente e ácida de camarões) |
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| Hot and Sour Prawn Soup (sopa quente e ácida de camarões) |
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| Pla Muk Tod |
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| Pla Muk Tod |
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| Gaeng Keow Wan Gai com arroz de jasmim |
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| Arroz de Jasmim |
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| Sorvete de gengibre com morangos picantes |

Turma de setembro de 2013 do curso de chef executivo do Senac/ Politécnico - Riachuelo.
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| Pla Muk Tod |
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| Pla Muk Tod |
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| Hot and Sour Prawn Soup (sopa quente e ácida de camarões) |
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